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  Todos os Canais 24/05/2012

O Feirante
Cadastrado em: 28/10/2009 22:58:09

 

Certo feirante,  depois  de  um  dia  muito  proveitoso  com excelentes resultados no negócio, se dispôs  a  voltar  para casa antes do entardecer. Montou  seu  cavalo  e,  prendendo muito bem à cintura a bolsa com seu dinheiro, deu  início  à jornada de volta. Lá  pelas  tantas,  parou  em  um  pequeno povoado para uma rápida refeição.  Quando  já  se  preparava para prosseguir na caminhada, o moço da cachoeira o avisou: 
 
- Senhor, está  faltando  um  prego  na  ferradura  da  pata esquerda do seu animal. Não seria melhor providenciar outro? 
 
- Deixa faltar... - respondeu o feirante - Estou  com  muita pressa; sem dúvida a ferradura agüentará bem  as  horas  que ainda restam a percorrer E lá se foi ele. À tardinha, quando parou para dar ração pro cavalo, o encarregado da  cavalaria também foi ter com ele, dizendo: 
 
- Olha, está faltando a ferradura da pata  esquerda  do  seu animal. Quer que o nosso ferreiro veja isto? 
 
- Deixa faltar. Estou com muita pressa e restam poucas horas para que cheguemos ao nosso  destino.  Por  certo  o  cavalo resistirá - respondeu ele. 
 
Continuou a cavalgar, mas já  não  conseguira  andar  muito, quando  notou  que  o  cavalo  estava  manquejando.   Tentou continuar na esperança de chegar em casa; entretanto, depois de poucos metros o animal passou a  tropeçar  e,  com  pouco mais de tempo, numa queda mais forte, o  cavalo  fraturou  a perna e já não pôde mais sair do lugar. 
 
Era noite e o feirante viu-se  obrigado  a  deixar  o  pobre animal caído, sem qualquer atendimento. Desprendendo a caixa onde carregava uma série  de  apetrechos  para  seu  uso  na feira, pô-la às costas e foi  caminhando.  A  distância  que parecia curta tornou-se  longa  e  penosa.  Só  muito  tarde chegou ele cansado, faminto  e  preocupado  com  a  possível perda do animal. Foi então que começou  a  raciocinar:  Tudo por causa de um simples prego que  não  foi  substituído  no momento que se fez necessário. 
 
Entendeu tarde demais o fato de que a  pressa  exige  calma. Pequenas omissões podem resultar numa perda irreparável..Certo feirante,  depois  de  um  dia  muito  proveitoso  com excelentes resultados no negócio, se dispôs  a  voltar  para casa antes do entardecer. Montou  seu  cavalo  e, prendendo muito bem à cintura a bolsa com seu dinheiro, deu  início  à jornada de volta. Lá  pelas  tantas,  parou  em  um  pequeno povoado para uma rápida refeição.  Quando  já  se  preparava para prosseguir na caminhada, o moço da cachoeira o avisou: 

Certo feirante,  depois  de  um  dia  muito  proveitoso  com excelentes resultados no negócio, se dispôs  a  voltar  para casa antes do entardecer. Montou  seu  cavalo  e, prendendo muito bem à cintura a bolsa com seu dinheiro, deu  início  à jornada de volta. Lá  pelas  tantas,  parou  em  um  pequeno povoado para uma rápida refeição. Quando  já  se  preparava para prosseguir na caminhada, o moço da cachoeira o avisou: 

- Senhor, está  faltando  um  prego  na  ferradura  da  pata esquerda do seu animal. Não seria melhor providenciar outro? 

- Deixa faltar... - respondeu o feirante - Estou  com  muita pressa; sem dúvida a ferradura agüentará bem  as  horas  que ainda restam a percorrer E lá se foi ele. À tardinha, quando parou para dar ração pro cavalo, o encarregado da  cavalaria também foi ter com ele, dizendo: 

- Olha, está faltando a ferradura da pata  esquerda  do  seu animal. Quer que o nosso ferreiro veja isto? 

- Deixa faltar. Estou com muita pressa e restam poucas horas para que cheguemos ao nosso  destino.  Por  certo  o  cavalo resistirá - respondeu ele. 

Continuou a cavalgar, mas já  não  conseguira  andar  muito, quando  notou  que  o  cavalo  estava  manquejando.   Tentou continuar na esperança de chegar em casa; entretanto, depois de poucos metros o animal passou a  tropeçar  e,  com  pouco mais de tempo, numa queda mais forte, o  cavalo  fraturou  a perna e já não pôde mais sair do lugar. 

Era noite e o feirante viu-se  obrigado  a  deixar  o  pobre animal caído, sem qualquer atendimento. Desprendendo a caixa onde carregava uma série de  apetrechos  para seu  uso  na feira, pô-la às costas e foi  caminhando.  A  distância  que parecia curta tornou-se  longa  e  penosa.  Só  muito tarde chegou ele cansado, faminto  e preocupado  com  a  possível perda do animal. Foi então que começou  a  raciocinar:  Tudo por causa de um simples prego que  não  foi  substituído  no momento que se fez necessário. 

Entendeu tarde demais o fato de que a  pressa  exige  calma. Pequenas omissões podem resultar numa perda irreparável..


Autor: Felipe José

 

Déborah Machado Guerra
Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.
Déborah Machado Guerra
(deborah@portaldograndeabc.com)
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